terça-feira, 20 de julho de 2010

Aos seus 50 anos meu amor!

 

Para você que aprendi a amar (e quase a entender..rs) 

Diversos 073

Desejo só coisas bonitas pra essa sua nova fase que se inicia. As feias nós vamos ajeitando e as deixando no jeito bom de conduzir.
Como você disse: os primeiros 50 foram fáceis. Complemento: os segundos também serão.
É um presente ser sua mulher, sua amiga, parceira. Um presente ter você na minha vida.

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Olha que engraçado, o aniversário é seu e o presente é de todos nós, que temos o privilégio de tê-lo sorrindo, criando, vivendo intensamente (e como!!!!).

Amor meu, obrigada por existir e por fazer parte da minha vida.

Amo você!!!

Herzlichen Glückwunsch!   
Es lebe meine Liebe.                        

Diversos 006

sábado, 17 de julho de 2010

Sou + 1

 

Depois te tanto pensar, analisar e observar os candidatos, tomei uma decisão importante. Voto na Marina Silva.

É um voto seguro, sem medo, sem dúvida.

Não sou ligada a nenhum partido político e não pretendo ser. A decisão foi em cima das alianças, do plano de governo, na coerência, nos princípios da candidata.

O candidato do PSOL Plínio de Arruda, muito me agrada pela sua determinação e valores. Homem coerente com o que diz e faz.

Mas a Marina me pegou pelo seu histórico de vida e luta. Por ser mulher, forte, honesta, ética e comprometida com a educação do nosso país.

É isso aí!!!!

Daia Mistieri

 

sou   1

“Luzes da África”: termina jornada de 39 mil km por 18 países

Amigos, foram seis meses acompanhando (de longe infelizmente né) essa incrível viagem de Haroldo Castro e de seu filho Mikael Castro pelo leste da África. Foram vários posts da viagem, mas hoje trago por aqui , o que eles próprios chamam de os melhores momentos.

Para que ainda não teve o privilégio de ler as etapas todas, recomendo a leitura pelo link: http://colunas.epoca.globo.com/viajologia/2010/07/17/luzes-da-africa-termina-jornada-de-39-mil-km-por-18-paises/

E pra quem quiser saber que projeto foi esse: http://luzesdaafrica.com/

É isso aí. Boa leitura!!!!

SÁB , 17/7/2010 HAROLDO CASTRO GERAL TAGS: ETIÓPIA, LUZES DA ÁFRICA, MOÇAMBIQUE, SUDÃO, TANZÂNIA, UGANDA

A cada dia que passa, as Luzes da África passam a ficar mais tênues. Minha cabeça já começa a se conectar de volta com o Brasil. A cobra morde seu rabo e o ciclo de nossa aventura africana chega ao final.

Mikael e eu passamos mais de oito meses no continente e conseguimos realizar uma viagem fascinante!
Desde que saímos de Hermanus (uma cidadezinha a 100 km da Cidade do Cabo), foram 201 dias de viagem; rodamos 39 mil km por 18 países. Visitas curtas em algumas nações pequenas, como Lesoto, Suazilândia e Burundi; longas semanas de descobertas no Quênia (39 dias), na Tanzânia (um mês), na Namíbia e na Etiópia (23 dias em cada). Sem contar nosso país anfitrião, a África do Sul, onde ziguezagueamos de cabo a rabo por mais de 6.000 km, o país onde percorremos a maior quilometragem foi a Etiópia (5.850 km).

Se eu transpusesse o desenho do trajeto percorrido na África para o continente americano, nosso périplo seriacomo ter saído de Buenos Aires (34º Sul, latitude semelhante a Cidade do Cabo) e chegado até Guadalajara, no México (21º Norte, a mesma latitude no norte do Sudão). Ida e volta! Essa comparação é a que mais me impressionou, foi muito chão mesmo!

Das 201 noites, dormimos 89 na barraca em cima do teto do carro (44%), 51 em pousadas de luxo como convidados, 38 na casa de amigos e 23 em hoteizinhos bem econômicos. Foram sete meses de granola e banana como café-da-manhã e de sanduíches de queijo com abacate e tomate como almoço. No início da viagem, cozinhamos bastante e preparamos alguns pratos vegetarianos deliciosos. No final, perdemos o pique, qualquer coisa serve.

Mikael clicou 38 mil fotos e eu 40 mil.
Deu uma média de uma imagem por quilômetro, para cada um. Os países mais fotografados foram a Tanzânia (15 mil no total entre os dois), a Etiópia (13 mil) e a Namíbia (12 mil). Nem tudo foi um mar de rosas com o equipamento: perdemos uma câmera Nikon com objetiva para ladrões na Zâmbia e três lentes deixaram de funcionar.

E quais foram os melhores momentos?
Em cada uma de nossas 15 etapas de viagem, fizemos uma lista das cinco experiências mais ricas e também das três mais desagradáveis. Temos, assim, dezenas de situações memoráveis. As que deixaram as melhores marcas e renderam as melhores imagens foram:

SUDÃO: conhecer as pirâmides e os templos da cultura faraônica do norte do país, às margens do grandioso Nilo.

ETIÓPIA: passar a Páscoa nas igrejas escavadas na pedra, em Lalibela, e compreender os rituais da igreja ortodoxa etíope.

UGANDA e RUANDA: caminhar na mata para encontrar um grupo de gorilas de montanha e passar uma hora a sete metros de distância dos animais.

TANZÂNIA: visitar os belíssimos parques Serengueti, Ngorogoro, Selous e Ruaha e assistir a cena raríssima de uma impala perdida ser devorada por sete leões famintos.

Houve também momentos mais difíceis. Além do roubo na Zâmbia, um mosquito me pegou de mal jeito em Uganda e, duas semanas depois, tive um acesso de malária em Ruanda.
Fui bem tratado por um médico local, mas estive fora do ar durante quatro dias (e meio devagar por outros quatro). Minha melhor medicação: uma semana em um paraíso no norte de Moçambique. A pousada Nuarro, ao norte de Nacala, foi meu porto seguro. A beleza do local e a comida saudável me deram as forças que eu havia perdido com a crise da malária. A pousada é fruto da criatividade da brasileira Laura Carneiro, junto com seu parceiro inglês Steve e sua irmã Heloisa. Além de ser um lugar perfeito para descansar, Nuarro é também um paraíso para mergulhadores (os recifes estão em perfeito estado) e para os que buscam uma lua-de-mel fora do planeta Terra.

MOÇAMBIQUE: O vilarejo Baixo do Pinda fica a 3 km da pousada Nuarro e a vista do alto do farol compensa o esforço de subir os degraus.

Fonte: Época

sexta-feira, 16 de julho de 2010

… divertido no mínimo

 

 

 logo da copa

A busca por uma saída ao crack

 

A busca por uma saída ao crack – por Ricardo Young

NOTICIAS — POR LARISSA EM 16/07/2010

Quem é pai ou mãe tem preocupações constantes, não importa a idade de seus filhos. Porém, nos últimos anos, não existe assombração maior para familiares do que o fantasma do crack – droga derivada da cocaína, adaptada para ser fumada, o que torna seu efeito rápido e devastador no organismo do consumidor. O vício acontece numa velocidade absurda; pesquisas apontam que em um mês o usuário passa de eventual a dependente. E os pesadelos começam: veloz perda da realidade, necessidade cada vez mais frequente de consumir a droga, e também ergue-se uma barreira de convivência entre o usuário e sua família, afinal ele não consegue se relacionar mais com as pessoas.

Considerada em passado recente droga das populações menos favorecidas, o perfil do usuário vem mudando a cada ano, atingindo todas as classes sociais. Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, entre 2006 e 2008, o número de usuários de crack com renda familiar acima de 10 000 reais aumentou 139,5%. Em algumas das mais caras clínicas particulares de tratamento de dependências químicas em São Paulo, cerca de 60% das internações são de usuários de crack.

Segundo dados da Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (Jife) — órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU) — o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking de maior consumidor mundial dessa droga e tem a principal rota de tráfico internacional de cocaína no Cone Sul.

O vício em crack tornou-se um caso de saúde pública que está beirando níveis epidêmicos e é um enorme desafio para as autoridades brasileiras. Em maio passado, o governo federal lançou um plano de tratamento e combate à droga, que é mais uma releitura do programa anunciado em junho do ano passado, que não foi implementado. A meta do governo desta vez é investir 410 milhões de reais e dobrar de 2 500 para 5 000 o número de leitos para dependentes químicos no Sistema Único de Saúde (SUS), criar abrigos e centros para apoiar usuários e capacitar professores da rede pública para lidar com os jovens dependentes.

Para Ricardo Young, se o governo conseguir implantar o que promete já será um avanço. Pequeno, mas insuficiente. “Cientistas vêm pesquisando formas inovadoras de tratamento, porém, não há informações de que o sistema público de saúde esteja adotando esses novos tratamentos”. Embora o assunto já esteja sendo abordado na Câmara e no Senado, que aumentou para 100 milhões de reais a verba destinada ao tratamento de dependentes de crack, ainda é muito tímida a iniciativa no âmbito de políticas públicas. Ricardo aponta que deve haver incentivo para a produção de pesquisas inovadoras nos tratamentos; apoio às universidades para implementação de centros de referência; garantia de apoio multidisciplinar como psicológico e assistência social para usuários e familiares; entre outras iniciativas.

Ricardo lembra também da importância de se avaliar o aspecto social nos tratamentos, visto que o crack, por ser ilícito, é distribuído em um cenário de marginalidade e violência. Para conseguir saciar o vício, o usuário perde a noção do perigo e envolve-se constantemente em situações de alto risco. Segundo dados da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp –, a mortalidade associada ao crack é de 30%, sendo que metade das vítimas morre em confrontos violentos com traficantes ou policiais. “Esse aspecto deve ser levado em conta na hora de planejar o tratamento adequado para cada usuário”, defende Young.

O avanço da droga na infância segundo um levantamento da Secretaria de Saúde de São Paulo mostra que, em dois anos, dobrou o número de crianças e adolescentes em tratamento contra a dependência de crack. Há casos de crianças com 10 ou 11 anos, viciadas na droga, o que está levando a outro grave problema: mães desesperadas estão prendendo seus filhos com cadeado e corrente para afastá-los do crack.

Para Young, a questão do crack vai muito além da repressão e só poderá ser resolvida com uma abordagem sistêmica e integrada entre família, governo, universidades, clínicas, cientistas, psicólogos e mídia.

A cura é possível, como demonstram vários relatos de ex-usuários publicados nos veículos de comunicação, mas não é fácil e pode levar anos. Ainda há o risco de recaída. Segundo grupos de ajuda como os Narcóticos anônimos, deve haver controle a vida inteira. Ricardo Young acredita que a família tem papel fundamental na recuperação e manutenção da saúde de ex-dependentes e podem ajudar a exercer esse controle com equilíbrio.

Ricardo Young

www.ricardoyoung.com.br

Argentina é "exemplo danoso", diz deputado brasileiro autor de projeto anti casamento gay


Thiago Chaves-Scarelli e Talita Boros
Do UOL Notícias
Em São Paulo

O Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quinta-feira (15) o reconhecimento do matrimônio civil de casais homossexuais, em uma medida que foi qualificada pelo deputado Paes de Lira (PTC-SP) como “um exemplo danoso” para a região.

“Não tenho dúvida de que essa decisão dará força a grupos de pressão no Brasil, grupos que já são recebidos no Congresso com uma pompa desproporcional, grupos absolutamente minoritários”, afirmou o deputado, em entrevista ao UOL Notícias. “É um exemplo danoso, muito próximo de nós.”

Paes de Lira é coautor de um projeto que pede a alteração do Código Civil, com o objetivo de tornar explícito que “nenhuma relação entre pessoas do mesmo sexo pode equiparar-se ao casamento ou a entidade familiar”. O projeto de lei 5167, em tramitação na Câmara, foi apresentado em 2009 por Lira e pelo deputado Capitão Assumção (PSB-ES).

“A Constituição do Brasil é muito clara: o casamento é a união entre mulher e homem, a família origina-se dessa união”, afirmou o deputado Lira. “Os modos alternativos são uma realidade com as qual temos que conviver, mas essa realidade não encontra respaldo nos fundamentos cristão de um país como Brasil ou mesmo Argentina”.

Para o deputado, a decisão do Senado do país vizinho é “surpreendente”. “Infelizmente os parlamentares optaram por essa linha, depois da pressão de grupos minoritários muito organizados, muito barulhentos, com financiamento internacional”, afirma Lira, ex-comandante do 3º Batalhão de Choque e do Policiamento Metropolitano da Capital.

“Tenho confiança que uma legislação assim no Brasil não passa. Eu faço parte dos que vão impedir isso de todas as formas. É inconstitucional”, argumenta Lira. “O casamento existe para perpetuação da espécie humana; até por percalços naturais, não há perpetuação com pessoas do mesmo sexo”.

O deputado acrescenta que nenhuma forma de união civil deveria ser admitida, tampouco a possibilidade de adoção por parte de casais gays. “Adoção deve ser feita por uma família, e não por um simulacro de família”, afirma.

O coronel da reserva da Polícia Militar Jairo Paes de Lira, que em 2006 recebeu cerca de 7 mil votos, ocupa na Câmara a cadeira que foi de Clodovil Hernandes, que recebeu 494 mil.

Após a morte do estilista, no ano passado, a Justiça decidiu que a vaga deveria ser ocupada por um suplente do PTC, partido pelo qual Clodovil assumiu o cargo. Atualmente o projeto de Lira tramita junto a um projeto de Clodovil, que propunha reconhecer a união homoafetiva.

“Irreversível”

A reforma aprovada hoje na Argentina substitui as palavras “homem e mulher” da versão atual da legislação por “cônjuges” e “contraentes”, o que torna indistinto perante a lei a orientação sexual do casal que contrai matrimônio.

Após 14 horas de debate, o projeto foi aprovado com 33 votos a favor, 27 votos contra e três abstenções. A medida segue agora para assinatura da presidente Cristina Kirchner, último passo para que a Argentina se torne o primeiro país na América do Sul e o décimo no mundo a reconhecer o matrimônio gay.

A medida foi muito comemorada por ativistas brasileiros, e demonstra que o movimento de conquistas de direitos para os homossexuais é “irreversível”, segundo a desembargadora aposentada do Tribunal Justiça do Rio Grande do Sul, Maria Berenice Dias, uma das pioneiras na defesa dos direitos homossexuais no país.

“A decisão argentina em aprovar uma lei que regulamenta o casamento entre pessoas do mesmo sexo bota em cheque o legislativo do Brasil e mostra que o movimento é irreversível”, afirmou a especialista aoUOL Notícias.

“Na sociedade argentina nada deve mudar. A família não vai acabar e tudo vai continuar igual. O país mostrou que venceu preconceitos”, explica.

Phamela Godoy, vice-presidente da ONG Visibilidade LGBT, também vê descompasso do Brasil nesse tema. “Esse debate na Argentina mostra que enquanto o Brasil avança em outras questões, ainda está muito atrasado no tema da união homoafetiva”.

Para Godoy, a principal razão para isso seria a força da religião no país. “Por mais que o Brasil seja um estado laico, ele está preso a questões religiosas, porque algumas frentes colocam uma questão privada, que é a fé, acima dos direitos de uma população.”

Legislação atual

O Brasil não reconhece nem o matrimônio, nem a união civil de casais homossexuais. Na falta de legislação pertinente, o casal homoafetivo pode recorrer a uma brecha no Código Civil brasileiro para formalizar a união como uma “sociedade de fato”, nos termos de uma sociedade comercial, seguindo o artigo 981.

No âmbito do poder legislativo, o projeto mais recente sobre a união gay foi encaminhado em 2009 por um conjunto de deputados liderados por José Genoíno (PT-SP) e ainda tramita na Câmara. A proposta é estender aos casais homossexuais o mesmos direitos e deveres da união civil, mas afirma explicitamente que o casamento continuaria vetado.

A possibilidade de união civil poderia chegar também a partir de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deve examinar uma série de ações nas quais se argumenta que negar o direito de união aos gays viola os princípios constitucionais de igualdade.

Sem a instituição civil do casamento, pelo menos 78 direitos civis expressamente garantidos aos heterossexuais na legislação brasileira ficam negados aos homossexuais, segundo análise do advogado Carlos Alexandre Neves Lima, Conselheiro Político do Grupo Arco-Íris (RJ). Fica excluída, por exemplo, a proteção legal em temas como posses comuns, direitos de família e direitos de representação.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Por que não aproveitar a temporada eleitoral para ajudar a limpar a política brasileira?

 

Ajude a limpar a política

Você pode fazer muito para mudar o país. O primeiro passo é exercer o seu direito de voto após reunir todas as informações necessárias sobre os candidatos e o processo eleitoral. Escolha quem quiser, conforme a sua preferência ideológica, partidária ou pessoal. Mas pense duas, três, mil vezes antes de votar em alguém acusado de atos criminosos. Por que não aproveitar a temporada eleitoral para ajudar a limpar a política brasileira?
A decisão final é sua. O nosso esforço, ao longo dos próximos meses, se concentrará no trabalho de reunir nesta seção aquilo que todo cidadão precisa saber antes de fazer suas escolhas eleitorais.


Lista de políticos impugnados com base na Lei da Ficha Limpa

Parlamentares que respondem a processos no STF
Políticos e gestores com contas rejeitadas pelo TCU

Políticos de expressão ameaçados pela Lei da Ficha Limpa

Candidatos à Presidência da República
Os compromissos dos candidatos a presidente

As declarações de bens dos candidatos à Presidência

A disputa pelos governos estaduais

A disputa para o Senado

Calendário eleitoral

Outras notícias sobre as eleições 2010


ESTE ESPAÇO É SEU. PARTICIPE COM SUGESTÕES, CRÍTICAS E IDEIAS QUE POSSIBILITEM DISSEMINAR, NESTAS ELEIÇÕES, O VOTO CONSCIENTE.

Imagem do Dia

 

 

 

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Cerca de 2.800 pedidos de impugnação

 

14/07/2010 20h16 - Atualizado em 14/07/2010 22h06

Pedidos de impugnação são quase 2.800 em 25 estados e no DF

Levantamento foi realizado pelo G1 nos TREs e procuradorias eleitorais.
SP é único estado que não forneceu dados porque não divulgou candidatos.

Ardilhes Moreira, Maria Angélica Oliveira, Mariana Oliveira e Débora Santos

Do G1, em São Paulo e Brasília

Tribunais regionais eleitorais (TREs) e procuradorias eleitorais de 25 estados e do Distrito Federal informaram ter registrado um total de 2.776 pedidos de impugnação de candidaturas para as eleições 2010 até o início da noite desta quarta (14), último dia do prazo para as solicitações. O número é resultado de um levantamento concluído pelo G1 às 21h30.

O Tribunal Superior Eleitoral ainda não informou qual é o número total de candidaturas no Brasil. A estimativa é que esse número fique entre 20 mil e 21 mil. São Paulo é o único estado do Brasil que não conseguiu cumprir o prazo para a divulgação da lista de candidatos. Se tomado como base o registro de 20 mil, o total de pedidos de impugnação representa 13,35% do total.
(Veja ao lado reportagem do Jornal Nacional sobre o tema)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, afirmou nesta tarde que a Lei da Ficha Limpa deve contribuir para barrar os registros de 10% a 15% dos candidatos nas eleições deste ano.

Parte das ações de impugnação se justifica por causa da Lei da Ficha Limpa. A norma, que já vale para o pleito deste ano, torna inelegíveis políticos condenados em decisões colegiadas, mesmo antes de a lei entrar em vigor. Em muitos casos, no entanto, a falta de documentação como certidões negativas da Justiça motivaram as ações. Procuradores eleitorais, partidos, candidatos e coligações podem apresentar os pedidos de impugnação.

No levantamento realizado pelo G1 não estão discriminados os pedidos de indeferimento de registros provocados pela nova lei porque os estados ainda não conseguiram detalhar os motivos de todas as impugnações. Segundo os tribunais, a maioria dos pedidos de impugnação são motivados por falhas na documentação enviada pelos candidatos.

Confira abaixo as ações apresentadas nos estados:

Tramitação
Segundo o TSE, 8 de julho foi o último dia para que os tribunais regionais incluíssem no Diário Eletrônico a lista de candidaturas. Um dia depois da publicação, em 9 de julho, começou a ser contado o prazo de cinco dias para a apresentação de ações de impugnação. Além do Ministério Público Federal, outros partidos e até cidadãos poderiam entrar com pedidos contra o deferimento das candidaturas.

Após serem notificados da impugnação, os candidatos têm sete dias para apresentar recurso. O relator deverá julgar e publicar a decisão até 5 de agosto. Os julgamentos devem estar concluídos até 19 de agosto.

São Paulo, maior colégio eleitoral do país, ainda não conseguiu publicar a lista dos candidatos do estado por causa do grande número de candidaturas. A Procuradoria Regional Eleitoral fará a publicação da lista de candidatos em quatro etapas – a primeira nesta quarta-feira (14) e a última na terça-feira (27).

Eleitor poderá votar mesmo fora do domicílio eleitoral. Veja como:

 

Olha aí amigos mais uma informação importante. Vamos fazer valer nosso papel de cidadão, vamos votar nas próximas eleições mesmo que estejamos fora do domicílio eleitoral.

Sempre gosto de reforçar que temos uma ferramenta muito valiosa em mãos: nosso voto.

Conto com vocês, divulguem!!!!!

Daia Mistieri

15/07/2010 - 07h00

Eleitor pode se habilitar para voto em trânsito a partir desta quinta-feira

Do UOL Eleições
Em São Paulo

Os eleitores poderão votar para Presidente da República no dia 3 de outubro mesmo que estiverem fora de seu domicílio eleitoral, contanto que estejam em qualquer uma das 27 capitais do País. Para isso, devem se habilitar em qualquer cartório eleitoral a partir desta quinta-feira (15).

O prazo para habilitação termina em 15 de agosto, e também é valido para que o eleitor vote fora de seu domíclio eleitoral no dia 31 de outubro, se houver segundo turno na disputa presidencial.

O direito ao voto em trânsito, como é chamado, foi introduzido na Lei de Eleições (9504/97) no ano passado, com a aprovação da minirreforma eleitoral. Somente os eleitores que estão em dia com suas obrigações eleitorais poderão se registrar.

Além isso, o eleitor poderá alterar ou cancelar a habilitação dentro do período indicado, desde que compareça pessoalmente a um cartório eleitoral.

No ato do registro, o eleitor deverá informar em qual capital deseja votar. No entanto, se não estiver na cidade escolhida no dia da votação, deverá justificar a ausência em qualquer seção eleitoral.

Todas as capitais terão urnas exclusivas para o voto em trânsito. A lista com os locais de votação para os eleitores que votarão fora de seus domicílios eleitorais será disponibilizada nos sites do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ou dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) no dia 5 de setembro.

A legislação eleitoral exige que a capital do Estado tenha recebido pedidos de voto em trânsito de no mínimo 50 eleitores. Caso alguma capital não atinja esse número, a habilitação será cancelada e os eleitores deverão votar em sua seção de origem ou justificar o voto.

Nossa Viagem para Buenos Aires

Quando resolvi criar esse post, pensei em publicar nossa viagem para Buenos Aires. Foi em junho, achei já uma notícia fria. Mas, depois da notícia abaixo, sobre a Argentina aprovar o casamento entre homossexuais, quis fazer uma homenagem ao país que tão bem acolhe a todos nós brasileiros.

Foi minha primeira ida ao país. A previsão do tempo oscilava entre frio e sol. Tivemos sorte, era uma brisa fria, com um sol delicioso que nos permitiu fazer tudo que planejamos.

Ficamos hospedados na casa de uns amigos Uruguais e Argentinos. Chegamos de madrugada e fomos recebidos pelo Juan (Uruguaio) de uma forma única. Tinha comida, em cima da nossa já arrumada cama tinha, além do básico (toalhas, cobertores), as chaves da casa, um pacotinho de moedas para o transporte público e um mapa da cidade.

Agora, na boa, quem recebe assim? Aprendi muito com essa magnífica hospitalidade.

No primeiro dia fomos fazer aquele programa obrigatório de conhecer alguns pontos turísticos. Andamos bem uns 12 km a pé. Cidade plana, pessoas bonitas pelas ruas. Tomamos um café e fomos conhecer a Livraria Ateneo. Linda, linda.... lá funcionava em teatro e no lugar do palco mesas de um bar/café dão um charme extra.

Caminhar pela ruas de Buenos Aires me trouxe uma invejazinha dos prédios conservados. Dos 3 poderes estarem perto do povo… ai ai . Na foto abaixo estou em frente do Câmara dos Deputados

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Foi engraçado quando passamos na frente de um lugar que parecia uma faculdade, tipo de medicina. Prédio suntuoso, enorme.... entramos, e era a Sabesp deles. Fiquei fascinada.

Almoçamos em Puerto Madero, vinho, carne, conversas, risadas.... depois um charuto e o Zé se empolgou lendo trechos de um livro que acabara de comprar. Uma tarde deliciosa.

Fomos conhecer Caminito. O assédio dos "dançarinos de fotos" de Tango me incomodou demais. O assédio dos garçons dos bares também. :(

caminitoSentamos num boteco muito gostoso para comer empanadas e o Zé sempre com seu caderno de desenhos a postos, fez um belo desenho de uma esquina de Caminito.

Logo uma guriazinha de 11 anos, Josefina, se aproximou e passou horas conversando.

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Josefina é umas as 9 filhas da família. Mora no Boca e foi um presente estarmos com ela. Tímida, observadora, foi protagonista de uma cena inusitada: nos deu moedas da Argentina para levarmos, em troca demos um dinheiro do Brasil e assim selamos uma amizade pura. O menino ao lado é um primo dela que a acompanha pelas andanças no bairro.

Fizemos alguns programas diferentes dos convencionais, fomos até Tigre, cidade vizinha, lugar onde os Argentinos fazer turismo. Uma delícia de lugar. Mas fomos de bike e trem. Foi uma aventura incrível. Trens lotados, pedaladas pela periferia, enfim, para se conhecer mesmo o local que está visitando é preciso sair das ruas planas, calçadas largas, transportes eficientes, prédios conservados.

É preciso sair da caixinha e treinar o olhar para o que está além do que é pra ser visto.

Encontro especial


A ida pra Buenos Aires teve pra mim um gostinho de matar a saudade de um alguém. Encontrar com a Y (Sylvya) foi tão forte que nosso abraço foi longo e com os olhos marejados percebemos que o amor e o carinho permanecem mesmo que estejamos tão distantes.

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Falamos nossas bobagens, rimos à beça e bebemos vinho.

Essa viagem foi a primeira de muitas outras internacionais que quero fazer com o Zé. Ótimo companheiro de viagem, de vida.

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Para ver mais fotos dessa viagem deliciosa clique aqui

Senado da Argentina aprova casamento entre homossexuais

Los hermanos saíram na frente e se tornam o primeiro país na América Latina a aprovar o casamento entre homossexuais. Parabéns, mesmo!!!!!

Senado da Argentina aprova casamento entre homossexuais

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

O Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quinta-feira (15) uma reforma no Código Civil que abre espaço para o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país.

A medida segue agora para assinatura da presidente Cristina Kirchner, último passo para que a Argentina se torne o primeiro país na América do Sul e o décimo no mundo a reconhecer o matrimônio gay.

Após 14 horas de debate (começou por volta das 13h30, no horário de Brasília), o projeto foi aprovado com 33 votos a favor, 27 votos contra e três abstenções.

A reforma substitui as palavras “homem e mulher” da versão atual da legislação por “cônjuges” e “contraentes”, o que torna indistinto perante a lei a orientação sexual do casal que contrai matrimônio.

A sessão que aprovou o projeto foi cercada de muita tensão e debates acalorados no parlamento, além de protestos e passeatas em todo o país.

O senador nacional Eduardo Torres, a favor da proposta, disse que "a única diferença com entre gays e heterossexuais é que eles têm menos direitos na sociedade argentina. "Nós não aceitamos a discriminação que ocorre em várias partes da sociedade", afirmou Torres durante discurso.

Victoria Blanca Osuna, senadora do bloco justicialista, também votou a favor da permissão para casamento entre pessoas do mesmo sexo: "As questões que estão em jogo nesse projeto não são religiosas ou morais. Nós estamos perguntando a nós mesmos a responsabilidade da democracia com as minorias discriminadas", argumentou.

O resultado da votação causou uma grande euforia do lado de fora do congresso argentino, onde manifestantes dos dois lados fizeram vigília para acompanhar os debates entre os senadores.

Mesmo antes da votação no Senado, nove matrimônios de casais homossexuais já tinham sido realizados no país, todos eles mediante autorizações judiciais específicas.

Legislação em outros países

Aprovado agora na Argentina, o casamento gay com plenos direitos já é reconhecido em outros dez países: África do Sul, Bélgica, Canadá, Espanha, Holanda, Islândia, Noruega, Portugal, Suécia e Suíça. O direito também existe nos Estados Unidos (em cinco Estados e na Capital), e no México (apenas na capital).

Ao mesmo tempo, homossexualidade continua sendo considerada crime em dezenas de países do mundo, a maioria deles na África e no sul da Ásia. Em sete deles, o “crime” está sujeito a pena de morte.

O Brasil não reconhece nem o matrimônio, nem a união civil de casais homossexuais. Na falta de legislação pertinente, o casal homoafetivo pode recorrer a uma brecha no Código Civil brasileiro para formalizar a união como uma “sociedade de fato”, nos termos de uma sociedade comercial, seguindo o artigo 981.

“Alguns cartórios permitem que o casal homoafetivo abra uma sociedade com bens de grande valor. Mas isso não garante muita coisa. Garante apenas que no final da sua vida, se seu companheiro morrer, você não vai perder a casa que vocês dois trabalharam para construir”, explica Phamela Godoy, vice-presidente da ONG Visibilidade LGBT.

No âmbito do poder legislativo, o projeto mais recente sobre a união gay foi encaminhado em 2009 por um conjunto de deputados liderados por José Genoíno (PT-SP) e ainda tramita na Câmara. A proposta é estender aos casais homossexuais o mesmos direitos e deveres da união civil, mas afirma explicitamente que o casamento continuaria vetado.

A possibilidade de união civil poderia chegar também a partir de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que deve examinar uma série de ações nas quais se argumenta que negar o direito de união aos gays viola os princípios constitucionais de igualdade.

Sem a instituição civil do casamento, pelo menos 78 direitos civis expressamente garantidos aos heterossexuais na legislação brasileira ficam negados aos homossexuais, segundo análise do advogado Carlos Alexandre Neves Lima, Conselheiro Político do Grupo Arco-Íris (RJ). Fica excluída, por exemplo, a proteção legal em temas como posses comuns, direitos de família e direitos de representação.

*Com informações do jornal "El Clarín"

Início de tudo

Hoje acordei e logo fui abrir meus e-mails, checar postagens em meu Facebook e ver as últimas notícias na imprensa.
Como sempre, comecei a inserí-las no Face e pensei: puxa faço isso quase que diariamente, adoro atualizar meus amigos das principais notícias (minhas e do mundo), porque não cuidar de um espaço destinado a essas informações?

Ai voltei a pensar: mas inúmeros veículos e bloggers já fazem isso.

Ai pensei: mas não fazem com meu corte, com meu filtro, com meu papel cidadão. Vou em frente!

Passo dado, primeiro movimento feito - como diz o Zé: começar e ter 50% do projeto feito. Então estou aqui, focada no cuidado com os outros 50%

Na medida do possível buscarei comentar meus posts. Tenho a intenção de mesclar pessoal, profissional e imprensa.

Espero que curtam, espero que aproveitem.

Um grande abraço

Daia Mistieri